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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Teatro Micaelense apresenta programação para

O Teatro Micaelense apresentou, ontem à noite, a programação para os meses de janeiro, fevereiro, março e abril de 2019. À apresentação seguiu-se a exibição do filme As Sufragistas, a escolha de Piedade Lalanda, no âmbito do ciclo O Filme da Minha Vida.

A programação de janeiro continua no dia 12, com a apresentação de “Depois do Medo”, o espetáculo que marca o regresso de Bruno Nogueira à comédia stand up. A 18 e 19, o Teatro Micaelense acolhe a estreia de Pelo Próprio Pé, uma peça de teatro, criada e interpretada por Miguel Mendes e Nelson Cabral que é uma reflexão existencialista, associada à experiência do ator e do homem nesta segunda década do século XXI. No dia 26, Manuel Costa apresenta o álbum “Eu Sou uma Ilha”, uma incursão às fontes e às nascentes da nossa condição arquipelágica. A 30, regressam as Leituras Dramatizadas, com o texto BRO, de Fátima Ribeiro, vencedor do Concurso INATEL/Teatro Novos Textos 2017/2018.

Fevereiro marca a estreia nos Açores de Jack Broadbent, o talentoso bluesman, que, no dia 1, deixará o público fascinado com o seu estilo sem igual em slide guitar. No dia 2, Vítor Silva orienta uma Oficina de Pixilação, uma técnica do cinema de animação que consiste em fotografar cada instante de uma ação sequencial de uma pessoa ou objeto, de forma a criar a ilusão de movimento. A 8, o humorista Salvador Martinha apresenta o espetáculo de stand up “Cabeça Ausente”, que conta com o patrocínio da Finançor. No dia 9, o Teatro Micaelense acolhe a exposição dos trabalhos submetidos ao concurso para o Prémio Medeiros Cabral 2018/2019 (uma iniciativa da Associação Seniores de São Miguel), bem como a sessão solene de entrega de prémios. A 14, regressam as Noites de Cineclube, com Coração Negro, um filme de Rosa Coutinho Cabral, numa sessão que conta com a presença da realizadora. No dia 16, Miguel Horta e Aldara Bizarro apresentam “Baleizão – o valor da memória”, uma troca epistolar de recordações, que conta e partilha duas histórias de vida. A anteceder esta apresentação, Miguel Horta e Aldara Bizarro realizam uma oficina, no dia 14, que explora um conjunto de exercícios de dança, de escrita e de desenho, que têm como objetivo a convocação da memória. No dia 23, estreia-se a Estudantina Universitária dos Açores, a mais recente Tuna da Região Autónoma dos Açores.

Março traz a folia do Carnaval, com mais uma edição do Baile de Máscaras, no dia 2. No dia 9, marcando o início da quaresma, o Coral De São José apresenta o icónico Requiem em Ré menor, K. 626, de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais memoráveis obras da história da música. A 14, mais cinema, com a exibição de Cabaret Maxime, um filme de Bruno de Almeida. No dia 16, sobem ao palco os The Gift, num registo mais intimista do que aquele a que nos têm habituado, para um concerto com o patrocínio da Açoreana Seguros. A 23, o Teatro Meridional apresenta “O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão”, uma encenação de Miguel Seabra, a partir do texto de Eric-Emmanuel Schmitt. No dia 26, realiza-se mais uma sessão de Leituras Dramatizadas, com o texto “Chove Sempre Em Agosto”, de A. Branco. A 27, Dia Mundial do Teatro, inaugura “Sociedade Teatral Micaelense – uma história contada através de volantes”, uma mostra documental, em parceria com a Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, sobre a instituição responsável pela criação do Teatro Micaelense. No dia 30, o Estúdio de Dança de Ana Cymbron apresenta-se com todos os seus alunos, numa interpretação do bailado “La Fille mal gardée”, uma coreografia de Jean Dauberval, com música de Hérold-Lanchebery.

Em abril, no dia 6, o Conservatório Regional de Ponta Delgada apresenta “As Aventuras de Pinóquio”, uma história musicada pelo compositor italiano Maurizio Lomartire, a partir do romance de Carlo Collodi, com recitação do ator Nelson Cabral. De 9 a 13, o Tremor abalará Ponta Delgada e as réplicas far-se-ão sentir também no Teatro Micaelense. A 17, é exibido o filme “Terra Franca”, um documentário de Leonor Teles, premiado em diversos festivais nacionais e internacionais. A 27, Pedro Abrunhosa apresenta o novo álbum, “Espiritual”. No Dia Mundial da Dança, 29 de abril, o Ballet Teatro Paz exibe “Açores, uma jornada de sonho”, um trabalho filmado nas 9 ilhas do arquipélago, que serviu de base ao espetáculo com o mesmo nome. Para a sessão de Leituras Dramatizadas de dia 30 de abril, a obra escolhida é “Ordem”, de João Santos Lopes.

Entre janeiro e abril, estará patente a 2ª parte da mostra documental “Do Convento ao Teatro”, coordenada por Vitória Raposo, que explora a génese do Teatro Micaelense, através do espólio fotográfico e de documentos da época.

Fonte: Teatro Micaelense

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